Sem receitas, Náutico faz engenharia financeira para terminar o ano em dia


Diretoria do Timbu tem tentando se virar enquanto clube não tem receitas de rendas de jogos e de patrocinadores

Diógenes Braga tem conversado diariamente com presidente Edno Melo — Foto: Marlon Costa / Pernambuco Press

A eliminação precoce do Náutico na Série C do Campeonato Brasileiro não só foi uma perda esportiva para o clube - que viu o sonho de voltar para a Série B naufragar - como também criou um problema financeiro - uma vez que o Timbu deixou de ter receitas de jogos e também não tem mais dinheiro entrando de patrocínios. De acordo com o presidente Edno Melo, o Alvirrubro deixou de arrecadar cerca de R$ 2 milhões, que seriam suficientes para manter as contas em dia até o final de 2018.

Passado pouco mais de um mês da eliminação, o trabalho da diretoria tem sido incessante para que o fluxo de caixa não entre em descompasso neste final do ano.

- Estamos nos virando com muita dificuldade, buscando recursos. Temos que ter criatividade de achar recursos e aí você vai trabalhando receitas. Temos que fazer uma ginástica financeira - comentou o vice-presidente do clube, Diógenes Braga.

Ainda de acordo com o dirigente, existe um objetivo traçado para este momento do clube enquanto os jogos e os treinos não recomeçam.

- A gente tem um hiato até dezembro e em dezembro eu acredito que já comece a chegar algum dinheiro do ano que vem. Temos nos reunido diariamente em busca de alternativas e temos o objetivo de chegar em dezembro cumprindo com todas as folhas de jogadores e funcionários.

globoesporte

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