Rodrigão pede cabeça no lugar para "emoção não entrar no grupo" do Avaí


Atacante chama atenção para o lado psicológico na reta final da Série B

Rodrigão vive bom momento com a camisa do Avaí — Foto: André Palma Ribeiro/Avaí FC

A sete jogos do fim da Série B e no G-4 da competição, o Avaí trabalha para lidar com a mente. Apesar dos 25 anos, Rodrigão usa a bagagem de ter passagens por clubes como Santos e Bahia para alertar os atletas: o momento é de muita calma.

- Tem que trabalhar o psicológico para não deixar a emoção entrar no grupo. Todos estão preparados e focados. Não tem nada garantido. Vamos passo a passo para chegar ao acesso - pediu o atacante.

Referência do ataque avaiano, Rodrigão passou em branco na vitória sobre o Guarani, na última rodada, no dia do aniversário. A participação, no entanto, foi na criação das jogadas. No primeiro gol ele achou Renato, que escorou para Getúlio marcar. Depois, o camisa 27 deu passe para Renato definir a vitória.

Além disso, Rodrigão tem exercido uma função de auxílio à marcação. Para o atacante, nada que incomode. A situação, inclusive, lembra o passado.

- Quando eu jogava no amador, era como volante. Então, valeu. O que importa é jogar bem e ajudar a equipe. Fiquei feliz, ainda mais que era meu aniversário. Agora é manter o mesmo ritmo para chegar ao acesso - acrescentou.

A equipe azurra volta a campo no sábado, na Ressacada, diante do Oeste. O adversário é o 12º colocado, distante do grupo de acesso e também da zona de rebaixamento, mas Rodrigão chama a atenção para o time aparentemente sem motivação.

- A gente não pode desmerecer ninguém, seja quem está lá em cima ou quem está lá atrás. Sabemos da nossa situação e da situação do Oeste e vai ser complicado. Não tem jogo fácil. Pegamos o Boa aqui e foi difícil. No sábado temos que nos impor para buscar os três pontos - finalizou.

globoesporte

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