De imbatível a ineficiente: em clássico, Santos tentará quebrar jejum de seis meses no Pacaembu


Peixe enfrenta Corinthians neste sábado, no estádio da capital, onde não vence há cinco jogos


Por três anos consecutivos, o Pacaembu foi uma espécie de fortaleza para o Santos. Em 2018, porém, jogar no estádio da capital tem sido tarefa mais recorrente, devido à proposta do presidente José Carlos Peres, mas também mais frustrante para o Peixe.

De 6 de abril de 2014 até 28 de outubro de 2017, o Santos manteve uma longa invencibilidade no estádio. No período, foram 25 jogos sem derrota: 22 vitórias e três empates.

Neste sábado, às 19h, o Peixe volta a jogar em São Paulo, contra o Corinthians, mas dessa vez em uma situação inversa. São cinco jogos seguidos sem uma vitória sequer no Pacaembu.

O último triunfo do Santos no estádio foi no dia 14 de abril, um 2 a 0 contra o Ceará, pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro. Depois disso, foram quatro empates (Palmeiras, Independiente, Grêmio e Vasco) e uma derrota (Cruzeiro). São quase seis meses sem um resultado positivo no Pacaembu.

Retrospecto do Santos no Pacaembu em 2018:

11 jogos

3 vitórias

6 empates

2 derrotas

45,5% de aproveitameto

Santos terá apoio da torcida no Pacaembu — Foto: Pedro Ernesto Guerra Azevedo/Santos FC

Além de não vir de bons resultados e do jejum de seis meses no Pacaembu, o Santos também tentará vencer o primeiro clássico como mandante no estádio em 2018.

O Santos enfrentou rivais paulistas quatro vezes no Pacaembu nesta temporada. O Peixe conseguiu apenas uma vitória, empatou dois e perdeu um. Vale ressaltar que o único triunfo foi contra o Palmeiras, quando o mandante era o rival e o estádio estava repleto de palmeirenses.

Para se adaptar ao estádio, o técnico Cuca decidiu comandar o último treino antes de enfrentar o Corinthians justamente no Pacaembu, na tarde desta sexta-feira. Alison, suspenso, e Rodrygo, com a seleção brasileira sub-20, são desfalques.

A provável escalação do Santos é: Vanderlei; Victor Ferraz, Luiz Felipe (Lucas Veríssimo) e Gustavo Henrique e Dodô; Renato (Yuri), Carlos Sánchez e Diego Pituca; Derlis González, Gabigol e Bruno Henrique.

Foto : Marcos Ribolli

globoesporte

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